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novembro 2018

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“FAÍSCA DE PÓ” E “DEVANEIO” GANHAM ARRANJO PARA ORQUESTRA EM LIVRO DE RODRIGO GARCIA

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Duas das músicas de Isabella Bretz, Faísca de Pó e Devaneio, essa última escrita em parceria com Jackson Abacatu, ganharam um presente: foram incluídas no livro “Até a Arcada Final”, do maestro Rodrigo Garcia.
 
O maestro recorre à imagem de um prisma para justificar a seleção de canções e artistas presentes em “Até a Arcada Final…”, e-book que poderá ser baixado gratuitamente a partir de hoje no site arcadafinal.com.br, dedicado à música independente feita em Minas. “Seria difícil para qualquer pessoa sintetizar, historicamente, o cenário que está acontecendo, mas apresento uma fatia. Se a música independente mineira fosse um prisma, com todos aqueles rastros de cor, no e-book eu mostro o rastro que eu convivi de perto”, compara. 
 
Os textos que antecedem cada partitura confirmam essa relação mais íntima, relatando participação em gravações como arranjador ou instrumentista dos artistas. Entre eles estão nomes como Khadhu Capanema, seu companheiro na banda Cartoon, André Travessos e Isabella Bretz. “Assim é possível perceber o processo do fazer a música, sobre o que aconteceu para ela se tornar realidade, com as alegrias e frustrações que são inerentes”, registra. 
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     www.arcadafinal.com.br
Os artistas deram carta branca para Garcia. “Como já tinha feito arranjos para eles em outras ocasiões, meio que fecharam os olhos para o que estava fazendo”, confessa o maestro, ressaltando que algumas músicas deram maior trabalho do que outras. “O desafio era manter a expressividade, soando tão bonita como a original”. 
 
O mais interessante do e-book é apresentar arranjos para diferentes instru-mentações e formações, podendo serem usados em orquestras e escolas. O interesse de Garcia neste trabalho surgiu pela possibilidade de aplicação em projetos sociais. “Quando há uma orquestra jovem ou coisa do tipo, geralmente o material já está muito surrado ou ele não existia. Em outros casos, eles fazem um material a toque de caixa, com a mesma melodia para um monte de instrumento, o que pode ser ruim para o aprimoramento do músico”, explica.
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    www.arcadafinal.com.br
Conservação
O fato de ele disponibilizar apenas na internet tem relação com a questão da conservação do material. “Muitas vezes as escolas não têm lugar para guardá-los. Ter isso acessível na internet, de maneira fácil, no formato PDF, ajuda muito, pois basta imprimir a música e um abraço”, pondera.
 
“Até a Arcadia Final…” reúne cinco pequenos livros. O mais importante é a edição do maestro, com os arranjos completos para a execução em grupo. Os outros quatro trazem as partituras separadas para instrumentos como violinos, violas, cellos e baixos, todos cifrados para facilitar a adaptação didática. “Acredito que, se bem inspirado pelos professores, com acompanhamento e um cronograma de ensaio, eles serão capazes de tocar todas as músicas com êxito e aprender valiosas lições”, comenta o maestro, graduado em violoncelo, composição e regência pela escola de Música da UFMG.
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    www.arcadafinal.com.br
Fonte: https://www.hojeemdia.com.br/almanaque/m%C3%BAsica-independente-mineira-ganha-e-book-1.674353
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ISABELLA BRETZ E RODRIGO LANA LANÇAM EP GRAVADO EM PASSAGEM PELA ISLÂNDIA

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A paixão pelo mundo e musicalidade de Isabella Bretz se uniram à criatividade e talento de Rodrigo Lana, dando origem a um projeto incrível que será lançado no dia 15 de novembro. Com capa de Jackson Abacatu, o EP “Novas Distâncias: Reykjavík” nasceu de uma visita à capital da Islândia, há seis meses.

Em maio de 2018, a cantautora e o pianista apresentaram no país o “Canções Para Abreviar Distâncias: uma viagem pela língua portuguesa” para pessoas de diversas nacionalidades. Durante a apresentação promoveram um debate sobre o papel da língua na nossa identidade e na relação com o lugar e com o outro. “Conversamos sobre o ensino de suas respectivas línguas para as crianças, como elas reagem a elas e como cada língua desperta aspectos diferentes de nossa personalidade. Foi uma experiência incrível!” afirma Isabella.

Após essa apresentação, três versões de canções do disco “Canções Para Abreviar Distâncias” foram regravadas no Masterkey Studios, com auxílio do engenheiro de som Sturla Mio Pórisson e sua companheira, a artista Markéta Irglová. A grande experiência artística de Markéta, proveniente sua carreira solo e de grandes projetos dos quais fez parte (como a banda The Swell Season e o filme Once) e a sensibilidade e alto nível técnico de Mio fizeram com que construíssem juntos um espaço acolhedor no qual a criatividade flui facilmente e é captada da melhor forma possível. Para Rodrigo, a preocupação de Marketa e Mio com cada detalhe, o lugar carregado de significados, a energia cativante, a ansiedade saudável de gravar ao vivo no estúdio mais fantástico em que já esteve e o sentido desses poemas fizeram dessa uma das melhores experiências em toda a sua carreira.  

Os poemas musicados “Na hora de pôr a mesa” (José Luís Peixoto), “O cercado” (Ana Paula Tavares) e “Transitório” (Conceição Lima) foram escolhidos por conterem fortes letras e encaixarem muito bem em piano e voz. Isabella Bretz relembra o momento como se fosse hoje: “Queríamos algo simples e que refletisse a magia do lugar e da experiência. O – maravilhoso – piano está afinado em ‘432 Hz’ e tem uma sonoridade diferente: essa é a afinação conhecida por muitos como a frequência natural do Universo, a nota de Deus. Segundo estudiosos, essa afinação traz paz, tranquilidade, lógica e sensação de conexão aos ouvintes, vibra sobre os princípios do número áureo PHI e unifica as propriedades da luz, tempo, espaço, matéria, gravidade e magnetismo com a biologia, o código do DNA e da consciência. Em contrapartida, de acordo com esses estudiosos, a afinação tradicional desde a década de 50, que considera ‘Lá = 440 Hz’, provoca agitação e nos afasta do perfeito equilíbrio.”

O destaque para Isabella fica na gravação na Islândia do poema “Transitório”, de Conceição Lima, de São Tomé e Príncipe. Ele foi escrito em sua juventude, no seu país, numa ilha no meio do Oceano Atlântico, localizado no continente africano. Foi musicado em Belo Horizonte, no Brasil. Cantado quase no topo do nosso planeta, no país do verão sem noites e da aurora boreal. Quantos km essas palavras viajaram? Quantas culturas e histórias não cruzaram nesses caminhos? Não há fronteiras! Esta foi, portanto, a música escolhida para o clipe, que será lançado com o EP.

  
As belezas da Islândia, somadas a essa experiência dos artistas, fizeram com que o momento ganhasse essa importância e fosse, então, registrado de forma especial. Apesar de serem países tão diferentes, há muitas pontes que nos ligam diretamente, as distâncias entre nós podem e devem ser abreviadas. “Lá eu senti de forma intensa a ligação com o mar, tão presente em todos os países lusófonos. A ligação com a ancestralidade, a relação paradoxal com o país colonizador… Há tantas experiências para trocarmos, há tanto o que ver e viver! Desse anseio por descobrir o mundo lusófono veio o “Canções Para Abreviar Distâncias”. Do desejo de estudar e conhecer essa relação de dentro pra fora, nasceu o “Novas Distâncias: Reykjavík “. Que muitos caminhos possam se abrir, que as palavras e os sons cheguem a mais gente e que nesses encontros eu compreenda o outro e me faça uma pessoa melhor” finaliza Isabella Bretz.  

SOBRE CANÇÕES PARA ABREVIAR DISTÂNCIAS:

“Canções Para Abreviar Distâncias: uma viagem pela língua portuguesa” conta com 8 poemas musicados por Isabella Bretz, cada um de um país diferente da lusofonia, sendo todos de escritores vivos. São eles: Adélia Prado (Brasil), José Luís Peixoto (Portugal), Mia Couto (Moçambique), Conceição Lima (São Tomé e Príncipe), Vera Duarte (Cabo Verde), Odete Semedo (Guiné-Bissau), Ana Paula Tavares (Angola) e Crisódio T. Araújo (Timor-Leste). Oito artistas brasileiros foram convidados para ilustrarem os poemas, obras essas que estão presentes no encarte do disco.

O disco foi idealizado por Isabella e produzido por ela e Rodrigo Lana (pianista e produtor musical), sendo coproduzido por Matheus Félix (violinista). Foi realizado na produtora Música Mundi (Belo Horizonte, Brasil – 2017). Desde então, recebeu apoio das maiores organizações internacionais da Língua Portuguesa e tem chegado a diferentes países.

SAIBA MAIS:

www.isabellabretz.com
facebook.com/bellabretz
www.rodrigolana.com.br

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ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL UCCLA APOIA CANÇÕES PARA ABREVIAR DISTÂNCIAS

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Reconhecendo a ação de valorização e promoção da língua portuguesa, a UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) apoia institucionalmente o projeto musical e cultural “Canções para Abreviar Distâncias: uma viagem pela língua portuguesa”, de Isabella Bretz.

O projeto “Canções Para Abreviar Distâncias: uma viagem pela língua portuguesa” conta com 8 poemas musicados por Isabella Bretz, cada um de um país diferente da lusofonia, sendo todos de escritores vivos. São eles: Adélia Prado (Brasil), José Luís Peixoto (Portugal), Mia Couto (Moçambique), Conceição Lima (São Tomé e Príncipe), Vera Duarte (Cabo Verde), Odete Semedo (Guiné-Bissau), Ana Paula Tavares (Angola) e Crisódio T. Araújo (Timor-Leste).

Oito artistas brasileiros foram convidados para ilustrarem os poemas, obras essas que estão presentes no encarte do disco. O disco foi idealizado por Isabella e produzido por ela e Rodrigo Lana (pianista e produtor musical), sendo coproduzido por Matheus Félix (violinista). Foi realizado na produtora Música Mundi (Belo Horizonte, Brasil – 2017).

“Canções Para Abreviar Distâncias: uma viagem pela língua portuguesa” não é apenas um trabalho musical ou literário. É social, cultural, geográfico, histórico, antropológico. O objetivo principal deste projeto é despertar a curiosidade para e dentro da lusofonia, aumentando a interação entre falantes da língua, fortalecendo a identificação do indivíduo com este grande grupo de pessoas e aumentando a colaboração entre elas, promovendo a compreensão mútua.
Fonte: UCCLA