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Morabeza

MORABEZA – FESTA DO LIVRO DE CABO VERDE

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O projeto “Canções Para Abreviar Distâncias: uma viagem pela língua portuguesa” foi convidado pela Embaixada do Brasil para ser parte da Morabeza – Festa do Livro de Cabo Verde. Isabella Bretz, Rodrigo Lana e Matheus Félix se apresentaram na programação do evento e também puderam conhecer um pouco da Ilha de Santiago.

Além da apresentação na Morabeza, também se apresentaram no Boutique Hotel Pescador, onde ficaram hospedados durante sua permanência no país através de uma parceria. É um hotel temático, os quartos não têm números, sim nomes. São palavras, pessoas e lugares que fazem dessa terra um lugar especial que nomeiam os aposentos. Os funcionários são muito gentis, a comida é sensacional e a localização é perfeita! Um lugar que respira arte e proporcionou a melhor estadia possível.

O restaurante O Poeta também foi palco de uma das apresentações do trio, a convite da escritora cabo-verdiana Vera Duarte, uma das homenageadas no disco. 

Os músicos foram convidados pela RTP África para uma série de vídeos para o Cidade das Letras.

Participação de Matheus Félix na atividade realizada em escola na Cidade da Praia, dentro da Morabeza – Festa do Livro, com Marilene Pereira.

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CONCERTOS NOS AÇORES

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Em sequência ao lançamento do disco “Canções Para Abreviar Distâncias: uma viagem pela língua portuguesa” em Lisboa, no dia 1º de Outubro deste ano, Isabella Bretz, Rodrigo Lana e Matheus Félix realizaram alguns concertos nos Açores (Ilha de São Miguel e Ilha Terceira), além de terem participado de outros compromissos como entrevistas e uma ação no Hospital do Espírito Santo.

Essa viagem teve o apoio da Azores Airlines, da Câmara Municipal da Praia da Vitória e da Rádio Voz dos Açores.

Veja algumas fotos:

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CANÇÕES PARA ABREVIAR DISTÂNCIAS

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Em 2015, a cantora e compositora brasileira Isabella Bretz conheceu em Belo Horizonte o escritor português José Luís Peixoto, cujo trabalho lhe havia sido apresentado anteriormente por um amigo. Um tempo depois, ao entrevistá-lo para seu programa de rádio, emocionou-se mais uma vez quando ele recitou “Na hora de por a mesa”. Ao ver sua reação, ele sugeriu que ela fizesse uma música com o poema. Meses depois a música ganhou vida e foi enviada a ele. Seu retorno, muito positivo, foi um incentivo para que ela desse início a um projeto de poemas musicados, vontade antiga mas ainda não realizada. Alguns formatos lhe passaram pela cabeça, como uma reunião de seus escritores preferidos, contemporâneos ou não. Posteriormente, resolveu trabalhar apenas com poemas de escritores vivos, para que eles pudessem ouvir suas palavras através dos sons.

Instigada por sua paixão por interculturalidade, Isabella percebeu-se inconformada com a fraca presença de literatura estrangeira em português na sua vida. O que se escreve no Timor-Leste? Que poetisas e poetas passeiam por São Tomé e Príncipe? Que palavras nascem das canetas cabo-verdianas?

Decidiu, então, gravar um disco com 8 poemas musicados: todos de países que têm o português como língua oficial. Após um processo de leituras e pesquisas, escolheu quais escritores estariam presentes no disco: Adélia Prado (Brasil), José Luís Peixoto (Portugal), Mia Couto, (Moçambique), Conceição Lima (São Tomé e Príncipe), Vera Duarte Pina (Cabo Verde), Odete Semedo (Guiné-Bissau) Ana Paula Tavares (Angola) e Crisódio T. Araújo (Timor-Leste).

Mesmo com o plano feito e a maioria dos poemas já musicados, o projeto só existiu verdadeiramente devido ao interesse do pianista e produtor musical Rodrigo Lana em torná-lo realidade, através de uma parceria com o Música Mundi. Seu sócio, o violinista Matheus Félix, entrou no barco e os três desenvolveram o disco ao longo de 10 meses. Assim nasceu “Canções Para Abreviar Distâncias: uma viagem pela língua portuguesa”, que recebeu o apoio institucional da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP.

A sonoridade não foi pensada de forma homogênea, mas seguiu o que cada canção pedia individualmente, de acordo com os sentimentos e sensações que os textos os transmitiram. Piano, violino e violão são os instrumentos centrais; acompanhados de acordeon, baixo, viola, violoncelo, percussões, instrumentos digitais e outros efeitos.  Ao vivo, o trio oferece uma outra experiência, apresentando as músicas em arranjos para instrumentos tocados por eles próprios, sem deixar de lado os sons digitais.

A capa foi feita por Jackson Abacatu e oito ilustradores brasileiros foram convidados para representarem os poemas em obras que estão presentes no encarte do CD. A decisão de trabalhar com escritores vivos tem trazido belas experiências. Em junho deste ano, Isabella, Rodrigo e Matheus tiveram o privilégio de apresentar a gravação do seu poema a Mia Couto, num encontro caloroso e cheio de trocas de experiências musicais e literárias. Em novembro será a vez de se encontrarem com Vera Duarte Pina, num festival literário em Cabo Verde, a convite da Embaixada do Brasil.

Assim, com palavras, imagens e sons, em meio a distâncias geográficas e temporais, a linguagem se faz um grande vínculo, mostrando anseios comuns que nos unem como seres humanos. O resultado disso tudo o  público conhecerá no Espaço Espelho D’Água, dia 1º de outubro, às 19h. Entrada Livre. 

Apoio: Junta de Freguesia de Rio de Mouro

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OS BELOS VÍNCULOS QUE A MÚSICA NOS TRAZ

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Saímos de BH depois do almoço num domingo frio e de céu azul. Para nos auxiliar na pequena viagem, não um GPS: vários áudios separados por etapas do caminho, nos quais um sotaque do interior e um timbre macio descreviam cada cenário, curva, paisagem e possíveis enganações no percurso (e mesmo assim uma delas nos pegou). 

Chegamos e fui logo surpreendida. Era um vilarejo de pouquíssimas casas, cercado pela beleza exuberante da Serra da Moeda e pelos delicados sons da natureza. Ao lado da casa, por travessura do destino, um palco comunitário. Fomos recebidos pela anfitriã com uma conversa ao lado do carro, que depois evoluiu para uma conversa na varanda da casa, que, por sua vez, evoluiu para uma conversa lá dentro. O propósito do encontro (uma composição conjunta) foi esquecido por um longo tempo. As forças daquela simplicidade mágica não nos deixariam seguir qualquer roteiro, é óbvio. 

Vestimos os casacos para nos protegermos do vento frio e saímos para uma caminhada. Paramos nas ruínas de um casarão de por volta dos 1700 para ouvir uma aula de história. Fiquei impressionada com as paredes tão fortes, feitas de pedras perfeitamente encaixadas. Não poderia deixar de pensar em como aquilo simbolizava pra mim a importância de cada particularidade na construção de alguma coisa. Da mais pequenina até a maior, todas eram fundamentais na sustentação de tudo aquilo.

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O sol nos tocava de forma gentil e o calor chegou. Somando a isso nossas mudanças de local, foi um põe-e-tira-casaco o tempo todo. Dali escutava-se um som de águas, vindo de uma cachoeira escondida na mata da frente. Fomos até lá, estudamos a melhor forma de chegar e contemplamos um pouco a beleza da água caindo e as formas que ela criou nas pedras ao longo de milhares de anos. Ali, ao som da pequena queda e cobertos pelas árvores, falamos sobre a nossa pequenez perante o tempo e do espaço. 

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Ao voltar, mais uma parada na varanda, porém agora já falávamos sobre música (e olha que é difícil um encontro de músicos demorar tanto pra chegar no assunto). Giancarlo nos apresentou um instrumento que nunca tinha visto antes e cada um o explorou um pouquinho. Os nobres e jovens rapazes entraram para dar início ao que fomos, de fato, fazer, enquanto eu e Sol prosseguimos na troca de experiências, sensações e sentimentos. O dia já ía embora, a montanha, feito um camaleão, já tinha mudado de cor conforme o sol se despedia e o poente recebia a noite, ainda mais fria, com muita generosidade. 

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Entramos e pensei: vamos trabalhar, então. Mas antes disso Sol preparou um chá quentinho que cheirava em toda a casa. Os ingredientes na panela eram muitos e mais pareciam uma pintura. No armário da cozinha, uma coleção de grãos, ervas, sementes, temperos e outras coisas mais, que já levaram mulheres à fogueira na inquisição e expedições megalomaníacas em tempos passados. Mas ali, em pequenos potinhos de vidro descansando na prateleira, pareciam tão normais e inofensivos. Pão-de-queijo feito por ela assava no forno. Fomos alertados de um pequeno acidente: inversão dos queijos, foi parmesão demais. Para ela, ele estava fadado ao fracasso, tinha desandado, traído suas expectativas, era a materialização da falha, um absurdo, sendo que só estava ali porque já tinha sido feito, mesmo. Algum tempo depois todos atestaram a perfeição do engano: estava deliciosamente gostoso!

Nos sentamos em círculo e trabalhamos na canção, tendo como base o handpan produzido pelo próprio Gian. Muitas ideias surgiram, cada um colaborou com suas impressões, sugestões e, aos poucos, peça a peça, o quebra-cabeça foi sendo montado. Matheus no bandolim, Rodrigo na gravação, Sol e eu nas vozes. Tarefa cumprida, fomos embora cansados e com o espírito cheio. Dormimos em Moeda (mas, é claro, nos perdemos no caminho até lá, pois num labirinto desse e sem as mesmas coordenadas não poderia dar em outra) e voltamos pra casa pela manhã, admirando nossa Minas Gerais pela janela e compartilhando nossos sentimentos acerca da experiência. Quando falamos sobre todas as coisas que fizemos até, de fato, começarmos a trabalhar, Rodrigo resumiu bem a situação: ali o tempo é outro. 

Digo, sem receios, que não existe nada nesse mundo capaz de trazer vínculos tão profundos de forma tão rápida e ampla como a música. Não existe língua, não existem fronteiras. Uma vez que o som chegou lá dentro e foi bem recebido, está criado o elo. Que dádiva é poder ouvir! Que presente é adentrar o mundo do outro, pelos cheiros, pelas imagens, pelo tato, sabores e sons. 

Conheçam o trabalho da Sol Bueno e do Giancarlo Borba! :) 

 

 

 

 

 

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PEQUENEZAS

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Em um desses momentos festivos da vida, eu e Jackson Abacatu (animador, escultor, ilustrador, baterista, percussionista, pianista, pintor de músicas, viajante) descobrimos, em uma conversa, que ambos tinham ideias relativas a um projeto de coisas pequenas: eu na música e ele nos vídeos. Naquele dia resolvemos criar juntos um projeto chamado “Pequenezas”!

Um ano se passou (dois? não sei mais) e aqui está ele! Juntou-se a nós Rodrigo Lana (pianista, produtor musical, mixador, masterizador, alquimista dos sons, lutador de lutas sssportivas) para cuidar do áudio e também compor e tocar.

Sem periodicidade definida publicaremos nesta página as pequeninas obras, uma faísca daqui, uns fiapinhos de lá.

 

SAIBA MAIS! 

 

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OS DESAFIOS DAS MULHERES NO MERCADO MUSICAL

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Olá, pessoal!

É com MUITA alegria e com o coração cheio de esperança que, neste 8 de março, compartilho com vocês um artigo que escrevi a convite do Kiko Loureiro! Nele, falo um pouco sobre os desafios que as mulheres encontram nas mais diferentes atividades dentro da carreira musical. Sabemos que é um meio muito machista, mas podemos transformar essa realidade.

Que a igualdade de direitos e oportunidades não seja apenas um sonho.
Um grande beijo a todos!

*** Para quem não conhece, o Kiko Loureiro é o guitarrista da banda Megadeth, com a qual ganhou um Grammy este ano! Kiko é o idealizador de um curso maravilhoso sobre Music Business e tem várias iniciativas para desenvolver nosso mercado.

 

Para ler o artigo, clique aqui.

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ISABELLA BRETZ, KHADHU CAPANEMA, KHYKHO GARCIA E WÂNER NOGUEIRA – 2º ROUND!

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A Autêntica recebe Isabella C. Bretz, Khadhu Capanema, Rodrigo Garcia e Wâner Nogueira para um show especialmente preparado para esta formação, já que os artistas não são uma banda. O encontro aconteceu pela primeira vez no projeto Caixa Acústica, no Teatro Santo Agostinho. Nele, apresentaram composições de Isabella e de Khadhu (sendo as dele tanto inéditas quanto algumas da banda Cartoon), além de releituras, todas de alguma forma relacionadas ao universo folk. Por vezes regado à introspecção e delicadeza, por outras preenchendo cada centímetro do espaço com energia, o folk tem reivindicado seu lugar na terra do Clube da Esquina. Prova disso é que também fará parte desta noite, dando início aos trabalhos, o cantor e compositor Péricles Garcia, que apresentará o show de seu mais recente trabalho – o CD “Rua Universo”. Acompanhado de seu violão, Péricles mostrará em primeira mão e em formato intimista as canções do novo disco, além de músicas dos seus três CDs anteriores – Mar de Montanhas (2002), Cosmopolita (2011) e Outros Heróis (2013). A “Noite Folk” trará ao público um momento de aconchegante e também visceral conexão musical.

Serviço
O que: Noite Folk
Quando: 06 de Outubro – 21h
Onde: A Autêntica – Rua Alagoas, 1171 – Savassi – BHZ/MG
Quanto: 15$ antecipado / 20$ portaria

Vendas antecipadas online no Sympla

https://www.sympla.com.br/noite-folk-shows-pericles-garcia–isabella-bretz-khadhu-capanema-rodrigo-garcia-e-waner-nogueira__89102

Mais informações no Facebook.

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OPERAÇÃO ESCAMBO!

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[quem não estiver interessado no histórico da decisão pode ir direto para a parte operacional]

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O meu disco Saudade está quase completando 4 anos. Durante esse tempo fiz vários shows, conheci lugares, pessoas e passei por infinitas transformações internas. Hoje vejo e sinto coisas diferentes. Não sou compositora de produção em larga escala. Escrevo às vezes, quando flui. Já tentei sentar e tentar, tentar… Mas não funciona. A música “Saudade” demorou dois anos para ficar pronta. Fiz a letra quase de uma vez só, sendo que a música veio bem depois, também quase de uma vez só. “Simples” veio em 10 minutos, tudo junto, cada elemento. Há canções que mandam tijolinho por tijolinho; outras vêm que nem tromba d’água.

Palavras, palavras, melodias…

Melodias, acordes, palavras.

Palavras, melodias, notas, acordes.

Melodias.

Assunto.

Palavra.

Imagem.

Não tem ordem. Não me responsabilizo pelo processo dos outros. O meu é assim. Bagunçado. E o respeito.

Nesse tempo escrevi várias canções e algumas delas se tornaram bem importantes para mim. Ah! Tá aí outra coisa que vale ressaltar: eu escrevo para mim, a princípio. Desculpem a falta de altruísmo, mas é verdade. O que, obviamente, não me impede de soltá-las no mundo, envolver outras pessoas e ficar extremamente feliz quando alguém se conecta. Afinal, a partir do momento em que dou à luz, já não são mais minhas, assim como os filhos.

Quero gravar um novo disco! Quero meus filhos no mundo! Quero MUITO, muito mesmo. Já está na hora.

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OPERAÇÃO ESCAMBO

Como muitos sabem, gravar um disco é algo muito caro. Mas decidi começá-lo, mesmo que gravando aos pouquinhos. Como não tenho qualquer patrocínio, pensei em formas de amenizar os custos SEM DESVALORIZAR O TRABALHO DOS MÚSICOS E OUTROS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS. Minha ideia foi fazer uma pequena lista de serviços que eu poderia oferecer em troca de cada música gravada por eles. Escambo, mesmo. A quantidade dos serviços foi pensada de forma que valessem em dinheiro o mesmo que vale o trabalho deles. Para a minha grande surpresa, alguns dos envolvidos principais responderam e a ideia FUNCIONOU! Eles trocaram uma das músicas que gravarão por um serviço meu (a lista incluía aulas de inglês, tradução de documentos, participação em vídeos, shows, consultoria em voluntariado/responsabilidade social corporativa, bolos de cenoura). Porém, muitos outros profissionais ainda serão necessários nesse processo.

Num dia de semi-insônia o “plim” veio outra vez e a ideia se expandiu: vou fazer um financiamento coletivo, porém sem dinheiro nenhum!

~ Como funciona? ~

Quem quiser participar dessa aventura comigo doa um serviço seu, na quantidade que quiser, especificando quanto ele vale em dinheiro. Exemplo: uma maquiadora vai doar uma maquiagem, pela qual ela costumeiramente cobra R$100,00. Um fotógrafo vai doar um ensaio fotográfico com x fotos, que ele vende normalmente por R$500,00. Um designer vai oferecer um cartaz/flyer, ou quantos quiser. Um fonoaudiólogo/otorrino/etc vai doar uma consulta. E assim por diante. Vou juntar todas as doações de serviços em uma lista-cardápio, com valores incluídos. Após finalizar o seu trabalho no meu CD, o músico (ou outro profissional) pode escolher na lista todos os serviços que ele quiser até completar o valor que ele tem direito a receber pelo serviço prestado a mim. Ele poderá receber tudo em serviços coletados na campanha, parte em serviços e parte em dinheiro (pago por mim), ou tudo em dinheiro. Ou seja: o colaborador da campanha presta um serviço ao músico, que presta um serviço a mim, que devolvo ao mundo em forma de música.

OBS. 1: Os colaboradores são DOADORES. Eles não receberão outros serviços em troca. Não teria condições de administrar essa loucura se todos fossem fazer parte do escambo. Fica para uma experiência futura!

OBS.2: Nem todos os serviços doados serão utilizados. Vamos depender da escolha dos profissionais envolvidos no CD.

OBS.3: Saliento que o disco não será todo pago com os serviços. É uma forma de amenizar os custos e conectar pessoas!

EU ACHO QUE VAI DAR CERTO! E VOCÊS?

Professores de línguas-esportes-dança-música, padeiros, designers, maquiadores, fotógrafos, passeadores de cachorros, social medias, advogados, jardineiros, pintores, desenhistas, consertadores de computador, encanadores, afinadores de piano, assessores de imprensa, videomakers, eletricistas, taxistas, uberistas (sem brigar, por favor, tamo junto, we are the world), aplicadores de Reiki, cabeleireiros, conselheiros amorosos… Pulem nesse barco! Vai ser uma festa!

~ Como se inscrever? ~

Envie uma mensagem para info@isabellabretz.com com o assunto “Operação Escambo” | ou um inbox no facebook com:

Nome, e-mail, serviço a ser doado, valor correspondente em dinheiro.

Simples assim.

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Desde já agradeço a atenção e apoio que tantas pessoas dão ao meu trabalho. Estou ansiosa para o desenrolar de tudo! <3

1, 2, 3 e… VALENDO!

Sonora

SONORA – CICLO INTERNACIONAL DE COMPOSITORAS

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Isabella Bretz faz parte do time de compositoras à frente do SONORA – Ciclo Internacional de Compositoras.

O movimento surgiu a partir de uma hashtag criada pela cantautora belo-horizontina Deh Mussulini. Era uma forma de mostrar que as compositoras existem e que estão espalhadas por todo canto. No dia 1º de fevereiro deste ano o facebook se encheu de vídeos marcados com #mulherescriando. O movimento deu origem a um grupo de discussões e, posteriormente, a um festival: SONORA – Ciclo Internacional de Compositoras, que visa colocar em evidência a composição feminina.

O projeto busca romper com o círculo vicioso que coloca e reconhece a mulher apenas como intérprete (muitas vezes nem isso; basta observar que na história da música clássica só se ouve falar sobre homens, sendo que mulheres também compunham e ainda compõem). Busca-se estimular o fortalecimento no âmbito individual de cada compositora por meio da coletividade, num processo mútuo de criação e de divulgação de seus trabalhos através de shows totalmente autorais.

Todas as edições estão sendo produzidas por compositoras, de forma colaborativa e sem patrocínio. A falta de apoio financeiro não é um limite: em sua primeira edição já será realizado em 6 países e em mais de 20 cidades.

Isabella é a responsável pela produção do evento em Lisboa e Dublin.

Lisboa:

Local: Renovar a Mouraria

Dias 15 e 16 de julho a partir das 19h.

Dublin:

Local: Globe Bar (The Song Room)

Dia 20 de julho a partir de 20h.

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THE RIVER AND THE FEAR – NEW VIDEO

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Recently Isabella released a video of the song “The River and The Fear”, written by her (inspired by the words of Osho) and performed with pianist Wâner Nogueira.

The song was originally written in postuguese, but Isabella wanted the message to reach more people and decided to write an english version too. The portuguese one will be on her next album.

Watch the video on youtube: The River and The Fear